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Maio 2017

 

Sinto-me muito grato pelas muitas (cerca 1.500) saudações que o meu aniversário mereceu da vossa parte. É especialmente gratificante porque sou apenas um Prior que gosta do que faz: ser junto de vós um eco do Bom Pastor. Nem sempre serei digno da confiança que Jesus tem em mim, mas reconheço que apesar disso, Ele continua a enviar-me até vós como um Cristóforo - portador de Jesus Cristo e quando tenho algum sucesso o mérito é todo d'Ele e do seu Espírito!

Bem hajam e creiam que sinto muito afecto e solicitude por cada um de vós e espero, que através de mim, seja o Amor do Pai do Céu a abraçar-vos e a abençoar-vos!

P. Carlos Paes

O cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, foi hoje reeleito na presidência da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), durante a Assembleia Plenária que decorre até quinta-feira em Fátima. D. António Marto, bispo de Leiria-Fátima, também foi reconduzido como vice-presidente para o triénio 2017-2020, adiantou o secretário da CEP, padre Manuel Barbosa.

D. Manuel Clemente, de 68 anos, foi nomeado patriarca de Lisboa pelo Papa Francisco a 18 de maio de 2013, após a resignação do cardeal D. José Policarpo, que faleceu em março de 2014, e foi criado cardeal no consistório de 14 de fevereiro de 2015; anteriormente, tinha sido bispo do Porto. Após a resignação de D. José Policarpo, D. Manuel Clemente foi eleito como presidente interino da CEP em junho de 2013 e reeleito no cargo, em abril de 2014, para um mandato de três anos.

A Assembleia Plenária elegeu como vogais do Conselho Permanente da CEP D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana do Castelo; D. Virgílio Antunes, bispo de Coimbra; D. José Ornelas, bispo de Setúbal; D. Antonino Dias, bispo de Portalegre-Castelo Branco; e D. José Cordeiro, bispo de Bragança-Miranda. Estes três últimos nomes são novidades num conselho que deixa assim de contar com a presença dos arcebispos de Évora e Braga e do bispo do Porto. A CEP foi formalmente reconhecida a seguir ao Concílio Vaticano II, em 1967, com a ratificação pela Santa Sé dos primeiros Estatutos aprovados na Assembleia Plenária de 16 de maio, revistos posteriormente em 1977, 1984, 1999 e 2005.

Além da Assembleia Plenária, a CEP tem como órgãos (eleitos por 3 anos) o Conselho Permanente as Comissões Episcopais (que em 2011 passaram para 7) e, de carácter executivo, o Secretariado-Geral e os Secretariados Nacionais.

A Assembleia Plenária da CEP reúne-se, ordinariamente, duas vezes por ano, e o Conselho Permanente todos os meses.

Conferência Episcopal Portuguesa emitiu nota pastoral sobre a canonização dos dois videntes de Fátima

 

Fátima, 27 abr 2017 (Ecclesia) – Os bispos portugueses emitiram hoje em Fátima uma nota pastoral sobre a canonização de Francisco e Jacinta Marto, realçando o desafio que a vida e o exemplo destas duas crianças representam para a Igreja Católica.

No documento, enviado à Agência ECCLESIA na sequência da Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa que termina esta sexta-feira, os responsáveis católicos destacam a canonização marcada para dia 13 de maio em Fátima como um momento de “júbilo” para toda a Igreja, reforçado pela presença do Papa Francisco.

Os membros da CEP sublinham depois que “a santidade de Francisco e Jacinta” deve “desafiar a Igreja Católica à conversão”, pelo modo como “cada um deles contemplou, assimilou e refletiu a imagem de Cristo”.

Primeiro, ao acolherem com uma “confiança total e disponível” as Aparições de Nossa Senhora em Fátima e não fecharem o seu coração aos apelos que receberam: o desafio de se “oferecerem” completamente a Deus, de rezarem a “favor da reconciliação dos pecadores e da paz no mundo”, e de intercederem pelos “mais vulneráveis”.

Para os bispos portugueses, “Francisco e Jacinta fazem, na sua espiritualidade, a síntese daquilo que a Igreja é continuamente chamada a ser: contemplativa e compassiva”.

Depois, por serem também exemplos de “coerência” na fé, de fidelidade aos acontecimentos que testemunharam na Cova da Iria, mesmo perante a ameaça e a prisão.

“Apesar da sua tenra idade, quando são instados a negar as aparições ou a revelar o que lhes fora confiado como segredo, permanecem fiéis à verdade, assumindo o sofrimento que a opção lhes causava”, pode ler-se.

Para os membros da CEP, o “exemplo” de Francisco e Jacinta Marto “evidencia que se pode testemunhar a fé em Cristo em qualquer condição de vida: de criança, de adulto ou de ancião; seja-se extrovertido ou tímido; no areópago da culta Atenas do primeiro século, no lugar de Aljustrel do início do século passado, ou hoje, no mundo global”.

“Sirva este exemplo como incentivo a uma pastoral capaz de revelar, desde a infância, a beleza da vida em Deus e a exigência do compromisso que dela resulta”, acrescentam os responsáveis católicos.

Francisco e Jacinta Marto, dois irmãos naturais de Aljustrel que, entre maio e outubro de 1917, presenciaram as Aparições de Nossa Senhora em Fátima juntamente com a prima Lúcia de Jesus, vão ser canonizados pelo Papa Francisco no próximo dia 13 de maio.

As duas crianças, que viram a sua vida encurtada pela doença, deixaram no entanto um legado que os bispos portugueses consideram “um precioso bem para a Igreja” e por isso merecedor de ser elevado à “glória da santidade”.

Além disso, a CEP frisa que “nos dois milénios de história da Igreja, Francisco e Jacinta Marto são as primeiras crianças não martirizadas a serem declaradas modelo de santidade”.

“Somos convidados a olhar para o exemplo de vida destas crianças, cientes da semente de fé, esperança e amor que elas semeiam na história humana (…) Testemunhas da misericórdia de Deus, Francisco e Jacinta continuam a levedar a história com a força da caridade que transforma os corações”, concluem os bispos.

JCP

Perdidos de Jesus,
perdidos de nós...

 

Deus nunca abandona a sua criação, porque para Ele
criar é unir e, se for necessário, reunir o que anda disperso.
Depois de muitas tentativas ao longo de séculos,
«por fim mandou nos o próprio Filho»
com a missão explícita de nos congregar em Aliança Nova.
Mas, perdidos de Deus, perdidos do Pai,
estávamos órfãos e sem sabermos quem somos.
Perder-se de Deus é perder-se daquele que guarda
a nossa vida, a nossa personalidade de filhos
e a nossa condição de aliados...
Jesus, é a nossa Páscoa e nela acende-se uma nova Luz,
luminosa, reveladora, incandescente, calorosa, inextinguível.
Por ela iluminados, voltámos a reconhecer
a nossa identidade de filhos, a nossa condição de aliados,
congregados pelo Bom Pastor,
unidos e reunidos pelo Espírito numa nova Aliança indestrutível,
podemos voltar a cantar o Aleluia
da nossa libertação das trevas e das sombras
que nos separaram uns dos outros;
o Aleluia da iluminação que nos permitiu regressar
ao banquete da reconciliação e celebração da Paz;
o Aleluia da alegria por todos aqueles
que o Pai mandou convidar para as núpcias do Cordeiro,
para voltarem à Comunhão da verdade que pacifica
e do alimento que regenera;
o Aleluia da profissão da mesma fé,
na língua comum do Espírito, graças ao dom das línguas
que restaurou a comunicabilidade tantas vezes perdida;
o Aleluia do júbilo na partilha da mesma missão,
graças à profissão do mesmo Credo,
por todos reconhecido e proclamado
como a expressão do mesmo sentido existencial
e a projecção garantida do mesmo futuro
de plenitude e bem-aventurança nos novos Céus e da Nova Terra
como membros da Igreja Gloriosa, Esposa de Cristo Ressuscitado!

Pe. Carlos Paes


"Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é Amor." 1 João 4;8